Arquivos de novembro, 2011

Teologia Pós-Moderna, A Teologia da Relatividade

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

- Um Retrato das Igrejas dos Nossos Dias

(Pr. Wilson Franklim)

Neste artigo meu alvo é identificar, no pensamento teológico atual e praxis eclesial, a presença e o impacto que a teologia pós-moderna vem exercendo nas igrejas atualmente. Embora tenha consciência de que essa influência está em todos os campos da vida humana, neste ensaio apenas abordarei a questão religiosa. O que é pós-modernidade?

I. A Pós-modernidade

1.1. Breve histórico – A modernidade fracassou em muitos aspectos, primeiramente acreditava na ilusão do progresso ilimitado da humanidade através da tirania da razão. Os iluministas concentraram seus esforços na educação do povo, os marxistas esperaram que as lutas de classes conduzissem a uma sociedade reconciliada, os capitalistas colocaram todas suas fichas na revolução tecno-industrial. Mas para todos esses idealistas as previsões falharam e assim a primeira metade do século XX resultou ser um imenso cemitério de esperanças com duas grandes guerras no continente que se dizia iluminado.[1] Tal realidade trouxe críticas pesadas: Michel Leiris chegou a afirmar que a modernidade converteu-se em “merdonidade”.[2]

Diante do fracasso da modernidade surge por volta de 1960 uma nova cultura: a pós-modernidade com a ideia nietzscheana do eterno retorno do igual, onde o fator preponderante deixa de ser a razão para ser o sentimento. Nessa nova cosmovisão todas as ideologias têm o mesmo valor, assim como as pessoas.

1.2. Desta forma, a pós-modernidade torna-se um movimento multidisciplinar, cujas características principais são: afirmação de que não existem verdades absolutas ou fixas. A verdade é plural e relativa, sendo a produção do meio através da interação do individuo com o seu ambiente.

1.3. Igualdade de valor para todas as filosofias, ideologias e modo de vida. Na visão da pós-modernidade todas as “verdades”, de todas as religiões, têm o mesmo valor, é o chamado pluralismo inclusivista. Prevalecendo a ideia de inclusão social das classes oprimidas e menos favorecidas. Em outras palavras, foi a ideologia pós-moderna que abriu as portas para as hermenêuticas das “minorias”: a teologia feminista (ordenação feminina), a teologia da libertação, a teologia homossexual…

1.4. Nessa esteira ideológica vem o ideal do politicamente correto. Especialmente não questionar a crença do outro. A razão para esse “respeito” é que a “verdade” de uma pessoa é tão boa quanto à “verdade” da outra. Não se questiona o pecado, o sexo fora do casamento, o homossexualismo… Por outro lado, quem não aceita esses ideais, p. ex.: os salvos que creem na Bíblia como verdade absoluta, são acusados de radicais, fundamentalistas, e pasmem: até de se afinarem aos ideais malignos da assassina kukluxklan…

II. O Impacto da Pós-modernidade na Teologia: A Substituição da Verdade Bíblica Absoluta Por Verdades Relativas

Os conceitos da pós-modernidade são muito sutis em face de suas afirmações muito próximas da verdade, razão pela qual se infiltrou com muita facilidade nas escolas seculares, seminários e em quase todas as igrejas. Na teologia seu impacto foi devastador, vejamos:

A pós-modernidade acabou com o ideal de se chegar ao sentido único do texto Sagrado. Agora, a interpretação da bíblia é dependente quase que exclusivamente do leitor. Observe que havia algo preditivo nas palavras de Brunner quando afirmou na primeira metade do século XX: “a teologia protestante de nossos dias está num estado de rápida dissolução”[3]. De fato, grande parte dos eruditos evangélicos tem sido unânimes em sua preocupação com o declínio da consciência teológica. Hunter[4] destaca o desinteresse pela precisão doutrinária e pela santificação como marca da igreja pós-moderna.

David Wells[5], ex-catedrático do Seminário Teológico Gordon-Conwell, fala das mudanças negativas, em relação à interpretação bíblica, acontecidas na segunda metade do século XX ocasionadas por uma acomodação ao pensamento pós-moderno.

Vale lembrar, que no passado, os crentes buscavam no Evangelho a resposta para os problemas da humanidade. Em nossos dias, muitas publicações evangélicas, ao contrário, mostram claramente o vácuo bíblico-doutrinário que invadiu as igrejas e principalmente os seminários confessionais. Neste ponto, a teologia pós-moderna abandonou definitivamente a crença na inerrância das verdades bíblicas, para adotar claramente, sem nenhuma preocupação em esconder, as frágeis “verdades” relativizadas do pós-modernismo.

Apenas como exemplo desta tragédia no meio acadêmico, transcrevo a declaração estarrecedora que o exegeta Klaus Berger[6] faz para descrever seu método hermenêutico pós-moderno: “temos o seguinte princípio em comum com a teologia da libertação: não interpretar o mundo a partir do evangelho… Mas expor o evangelho a partir da situação (entre outras da situação social)”[7]. Essa declaração mostra que o seguidor desta cosmovisão não vê e nem explica a situação caótica do mundo através da Verdade Absoluta da Bíblia, antes impõe sobre as Escrituras uma interpretação em conformidade com mundo. Klaus justifica sua posição afirmando que se deve “abrir a possibilidade para uma postura mais livre” em razão da “necessidade incontornável do diálogo com a filosofia moderna”[8]. Observe aqui o ideal pós-moderno do politicamente correto.

Conclusão – Os Resultados de Uma Teologia Relativista

Ao se retirar a superioridade da Bíblia Sagrada, através de interpretações que se ajustem às “necessidades” e culturas de comunidades não salvas, o Verdadeiro Evangelho deixa de ser comunicado, e sem Evangelho não há salvação. A consequência direta desse desvario é um cristianismo do tipo clube social, morto e com muitas dúvidas e confusões existenciais nos corações de seus “consumidores”…”…

Nas Igrejas – Na pós-modernidade não é somente Deus que retorna; assistimos a um autêntico boom do esoterismo e pragmatismo: misticismo exagerado (auto ajuda mística: com unção com óleo, água “ungida”, lenços e toalhas mágicas, jargões de guerra…) e o uso indiscriminado de metodologias seculares de caráter empresarial. Assim, a teologia pós-moderna tornou-se uma combinação sincretista de várias ideologias e métodos. Nesta esteira, cada pastor passou a interpretar a Bíblia de forma particular dentro da perspectiva que melhor “atenda” as suas igrejas apenas como comunidades religiosas ou empresas e não como corpo de Cristo (alguns até bem intencionados, mas totalmente equivocados). Infelizmente há também aqueles que pensam mais em si próprios.

Constatação – Não é sem razão que não temos, na atualidade, uma unidade nas Igrejas em relação ao estudo bíblico, vida cristã e principalmente em termos de adoração. Essa teologia relativista abriu as portas para que muitos pastores promovessem mudanças radicais nas Igrejas sob a falsa alegação de que as Igrejas são soberanas e DEMO-cráticas (na realidade, soberanos são esses pastores). E todos usam textos bíblicos para justificarem tamanha usurpação do Legado Histórico, e o fazem com a interpretação pós-moderna dos textos. Impondo o significado que mais lhes interessa.

Exemplos trágicos da relativização – Já existe em algumas igrejas pastor que se auto “ordenou” bispo e até após-tolo. Sem contar que vários pastores já ordenaram suas esposas ao pastorado feminino em um flagrante ato de nepotismo através da relativização do texto sagrado (junto veio a disforme contratação de familiares). A continuar nessa linha de pensamento pós-moderno, o próximo passo é a introdução da teologia gay, considerando que as portas já estão abertas com a teologia pós-moderna relativista…

Em outras palavras, as igrejas, atualmente, mais parecem ilhas independentes, cada uma de uma forma e tamanho, existem até as vulcânicas em plena erupção. Infelizmente prestes a naufragar no mar das falsas “verdades relativas”.

A resposta Bíblica – Pode-se imaginar o apóstolo Paulo pregando esse evangelho, relativizado, confuso, e politicamente correto? – Pelo contrário, Paulo afirmou que o poder do Evangelho está na pregação da Verdade (Cristo), e não na sua capacidade de absorver a cultura popular.

É urgente que voltemos à simplicidade da fé cristã, e da submissão à Soberania de Deus. Que resgatemos os princípios bíblicos de inerrância da Palavra de Deus. É urgente que resgatemos nossas instituições de ensino teológico, primeiramente colocando a frente pessoas comprometidas com a Bíblia. Homens salvos forjados na fé, que creem na inerrância bíblica de forma inalienável. “Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo” (II Co 10.5 ACF).

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Notas:

[1] Dicionário do Pensamento Contemporâneo. São Paulo, Paulus, 2000, p.609.

[2] Ibidem, p.608

[3] BRUNNER, Emil. Teologia da Crise. São Paulo, Novo Século, 2000, p.27.

[4] HUNTER, James D. Evangelicalism: The Coming Generatin. Chicago, University of Chicago Press, 1979.

[5] WELLS, David. NO place for truth. Michigan, Grand Rapids, 1993, p. 123.

[6] O Livro de Klaus, citado abaixo, deixa sérias dúvidas quanto a sua crença na inerrância da Palavra de Deus.

[7] BERGER, Klaus. Hermenêutica do Novo Testamento. São Leopoldo, Sinodal, 1999, p.11.

[8] Ibid p.11


Crescimento Espiritual

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

(Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia)

A conversão corresponde ao novo nascimento (João 3.3,5). Vamos, portanto, comparar o novo convertido ao recém nascido.

Um bebê normal nasce completo, perfeito, para o alívio e alegria dos pais. Naqueles primeiros instantes de vida, a satisfação com o pequeno ser é plena. Ele tem tudo o que se espera que ele tenha. Porém, está muito longe do que pode vir a ser. A satisfação dos pais é imensa, mas a expectativa talvez seja ainda maior. O filho precisa crescer e aprender. Precisa aprender a pensar, andar, falar, agir e ser independente. Isto leva tempo, mas não pode demorar além do necessário.

Imagine se, passados três anos, o filho ainda for um bebê. Ele ainda não anda, não fala, não consegue fazer coisa alguma. Ainda não tem dentes, chora o tempo todo, dorme durante o dia e passa a noite acordado. Além disso, está doente. Será motivo de desespero para os pais.

Ao nascer, o bebê está diante de duas possibilidades: viver ou morrer (Rm.8.13). Seu desenvolvimento proporcionará uma vida normal. Sua estagnação representará infinitos problemas para si e para os outros, além de levá-lo, provavelmente, à morte prematura.

Nossa vida espiritual tem um paralelo quase perfeito com a vida natural.

Paulo fundou a igreja na cidade de Corinto e, passado algum tempo, teve uma grande decepção com aqueles irmãos. Eles não tinham crescido!

“E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis; porquanto ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja e contendas, não sois porventura carnais, e não estais andando segundo os homens?” (ICo.3.1-3).

Infelizmente, a infância espiritual parece ter se tornado o padrão de vida de muitos cristãos. O tempo passou, mas eles ainda praticam os pecados que cometiam antigamente. Ainda não conhecem a bíblia, embora conheçam muito bem as coisas mundanas. Ainda não têm o fruto do Espírito, mas continuam produzindo as obras da carne. Ainda não entendem as doutrinas básicas do evangelho, não têm experiências concretas no relacionamento com Deus e são presas fáceis para os enganadores.

O autor da carta aos hebreus interrompeu sua exposição sobre o sacerdócio de Cristo para fazer o seguinte comentário:

“Sobre isso temos muito que dizer, mas de difícil interpretação, porquanto vos tornastes negligentes em ouvir. Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar os princípios elementares dos oráculos de Deus, e vos haveis feito tais que precisais de leite, e não de alimento sólido. Ora, qualquer que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, pois é criança; mas o alimento sólido é para os adultos, os quais têm, pela prática, as faculdades exercitadas para discernir tanto o bem como o mal.” (Heb.5.11-14).

Aqueles irmãos estavam como os coríntios. Seu crescimento espiritual não correspondia ao que deles era esperado. O tempo passou, mas eles não cresceram o quanto deveriam.

O que retarda o crescimento espiritual?

A negligência – que ocorre quando deixamos de fazer o que deveríamos ter feito. É quando deixamos de ler a bíblia, deixamos de orar, jejuar, ter comunhão com os irmãos, etc.

O comodismo – de esperar tudo pronto nas mãos. É tão cômodo para o recém-nascido receber sua mamadeira no berço, mas isso é ridículo para um “bebê velho”. Todos os novos convertidos dependem do que é ensinado nas reuniões da igreja, mas não podemos viver apenas com o que nos é ensinado. Precisamos aprender a buscar o conhecimento diretamente na bíblia. Nossos líderes servirão como orientadores nesse processo. É muito bom recebermos orações de outros irmãos. Nunca vamos dispensá-las. Entretanto, não podemos depender apenas das orações dos outros. Precisamos desenvolver nossa própria “vida de oração”, que nos proporcionará uma série de experiências pessoais com Deus através das respostas que ele nos dará.

Como podemos ter um crescimento sadio?

Alguém pode pensar que o crescimento vem com o tempo. É um engano. O tempo, por si só, não garante coisa alguma. Se o bebê ficar “deitado eternamente em berço esplêndido”, além de não crescer, morrerá antes do tempo.

Nosso crescimento espiritual depende de várias providências:

Para o novo convertido, Pedro escreveu:

“Deixando, pois, toda a malícia, todo o engano, e fingimentos, e invejas, e toda a maledicência, desejai como meninos recém-nascidos, o puro leite espiritual, a fim de por ele crescerdes para a salvação” (IPd.2.1-2).

O nascimento natural implica em renúncia ao conforto do útero. O crescimento e o amadurecimento também estão diretamente relacionados à renúncia em vários níveis. Ninguém alcança algo sem abrir mão de alguma coisa. Por isso, precisamos deixar para trás diversas práticas pecaminosas. Do contrário, nunca cresceremos.

Outro requisito indispensável para o crescimento é uma alimentação adequada. O alimento espiritual do cristão é a bíblia. “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4.4). Nesse texto, Jesus traçou um paralelo entre a vida física e a vida espiritual.

No texto de IPd.2.1-2, o autor fala sobre o “puro leite espiritual”, que são os princípios elementares da doutrina de Cristo (Heb.6.1-3), ou seja, os ensinamentos básicos do evangelho, entres os quais podemos citar: a fé, o arrependimento, o batismo, etc.

Depois de conhecermos as doutrinas fundamentais, precisamos aprender sobre assuntos mais avançados: dons, ministérios, escatologia, etc.

Em síntese, nosso crescimento espiritual depende diretamente do nosso conhecimento bíblico. Precisamos conhecer profundamente a bíblia. A falta desse conhecimento representará grande risco para as nossas almas.

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos” (Oséias 4.6).

Depois do conhecimento deve vir a prática.

Quem apenas conhece está enganando a si mesmo (Tg.1.21-27). Não adianta sabermos tudo sobre o batismo e nunca sermos batizados. Nada vale sabermos tudo sobre o amor, se não o colocarmos em ação nas nossas vidas. Assim, seremos conhecedores, mas não sábios.

O que o crescimento espiritual representa na prática?

Assim como os pais aguardam o desenvolvimento pleno de seus filhos, Deus espera o mesmo de nós. Não vamos decepcioná-lo.

Os ministérios foram estabelecidos na igreja para auxiliarem no crescimento de todos os cristãos:

“E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo; para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro; antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Ef.4.11-15).

O crescimento de cada um de nós, na qualidade de membros, implicará no crescimento do corpo de Cristo, que é a igreja. A maturidade do cristão será manifesta através dos seguintes fatos, evidentes nos capítulos 4 e 5 da carta de Paulo aos Efésios:

- Capacidade cada vez maior de evitar o pecado. A criança cai muito; o adulto não.

- Imunidade progressiva contra heresias e movimentos doutrinários estranhos ao evangelho.

- Superação da carnalidade, pelo “despojamento do velho homem”.

- Vida prática pautada pela espiritualidade sob o controle do Espírito Santo.

- Desempenho de ministério na igreja. Todo cristão deve ser um ministro e não apenas parte de um auditório.

Nossa realidade distorcida nos diz que o exercício do ministério não é evidência de maturidade. Entretanto, a existência de líderes imaturos é uma aberração que só ocorre devido ao erro na administração eclesiástica. Deus nunca quis que o imaturo fosse líder. O neófito não pode exercer o ministério (ITm.3.1-7), pois tal situação seria semelhante a uma criança administrando uma família.

O objetivo do nosso crescimento é que sejamos cada vez mais parecidos com o nosso irmão mais velho, Jesus, e mais semelhantes ao nosso Pai.

Que o Senhor nos ajude e nos dê sabedoria. Nunca cresceremos tanto a ponto de sermos independentes dele, mas cresceremos o suficiente para sermos motivo de glória para o seu nome.


Pastor americano condena a televisão

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

(Pr. David Wilkerson)

31 razões bíblicas para o cristão não ter televisão em casa

O pastor americano David Wilkerson, um dos mais respeitados líderes cristãos deste século afirma que é hora de se aproveitar o tempo, e não desperdiçá-lo à frente da televisão. Ele é o criador da instituição Desafio Jovem, que trabalha na restauração de drogados e autor, entre outros, do livro A Cruz e o Punhal “, best-seller que conta seu chamado para trabalhar com jovens delinqüentes em Nova York. Seu ministério teve repercussão mundial depois que se decidiu a utilizar em oração as duas horas que gastava diariamente vendo TV, nos EUA. Wilkerson relaciona 31 motivos bíblicos para o cristão tirar a TV de casa:

1. Temos um mandamento direto para não trazê-la para os nossos lares.

“Não meterás, pois, cousa abominável em tua casa, para que não sejas amaldiçoado, semelhante a ela; de todo, a detestarás e, de todo, a abominarás, pois é amaldiçoada” (Deut. 7:26).

2. Coloca os telespectadores na roda dos escarnecedores.

“Bem-aventurado é o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Salmo 1:1-3).

3. Os vitoriosos não devem colocar nada que seja mau diante dos seus olhos.

“Portar-me-ei com inteligência no caminho reto. Quando virás a mim? Andarei em minha casa com um coração sincero. Não porei coisa má diante dos meus olhos: aborreço as ações daqueles que se desviam; nada se me pegará” (Salmo 101:2-3).

4. Quando ativado por Satanás representa comunhão com as obras das trevas.

“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2 Cor. 6:14).

5. Polui o fluir puro dos bons pensamentos.

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fil. 4:8).

6. Toca a coisa impura a respeito da qual Paulo advertiu.

“Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em cousas impuras; e eu vos receberei” (2 Cor. 6:16,17).

7. É impróprio para a noiva que se prepara para Cristo.

“Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo” (Apoc. 21:2).

“…e habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lucas 1:17).

8. Não devemos desperdiçar o tempo, mas remi-lo.

“Pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus” (Ef. 5:14-16).

9. Não devemos ser co-partícipes dos ídolos dos filhos da desobediência.

“Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, cousas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças. Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas cousas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais participantes com eles. Pois, outrora éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz (porque o fruto da luz consiste em toda bondade, e justiça, e verdade), provando sempre o que é agradável ao Senhor. E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha. Mas todas as cousas, quando reprovadas pela luz, se tornam manifestas; porque tudo que se manifesta é luz” (Ef. 5: 3-13).

10. Os espectadores se assentam no trono da violência, o que remove a aflição pelo pecado.

“Ai dos que andam à vontade em Sião…que imaginais estar longe o dia mau e fazeis chegar o trono da violência; que dormis em camas de marfim… mas não vos afligis com a ruína de José” (Amós 6: 1,3,4,6).

11. Ela com certeza não renova a mente.

“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm. 12:1,2).

12. Representa o fermento do mundo e deveria ser lançado fora do lar.

“Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento.Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” (I Cor. 5:6-7).

13. Devemos mortificar tudo que seja imundo e idólatra.

“Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as cousas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas cousas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas cousas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência].” (Col. 3: 1-3, 5,6).

14. É uma linguagem obscena da qual devemos nos despojar segundo o mandamento.

“Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar\” (Col. 3:8).

15. Não é um viver inculpável e santo, digno de Deus.

“Vós e Deus sois testemunhas do modo por que piedosa, justa e irrepreensivelmente procedemos em relação a vós outros que credes. E sabeis, ainda, de que maneira, como pai a seus filhos, a cada um de vós, exortamos, consolamos e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória” (I Tess. 2:10-12).

16. Os espectadores não estão possuindo o próprio corpo em santificação e honra.

“Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, porquanto Deus não nos chamou para a impureza e sim para a santificação” (I Tess. 4:3,4,7).

17. É uma fonte poluidora da qual procedem a maldição e a amargura.

“De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas cousas sejam assim. Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? Acaso, meus irmãos, pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Tampouco fonte de água salgada pode dar água doce” (Tiago 3: 10-12).

18. Remove a vergonha causada pelo pecado.

“Serão envergonhados, porque cometem abominação sem sentir por isso vergonha; nem sabem que cousa é envergonhar-se. Portanto, cairão com os que caem; quando eu os castigar, tropeçarão, diz o Senhor” (Jeremias 8:12).

19. Cristo nos chama a ungir os nossos olhos, não a envenená-los.

“E colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Apoc. 3:18).

20. Devemos purificar-nos de toda impureza da carne, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus.

“Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus” (2 Cor. 7:1).

21.O ministério para Cristo requer que renunciemos às coisas desonestas ocultas.

“Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; pelo contrário, rejeitamos as cousas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade” (2 Cor. 4:1,2).

22. É um ídolo que causa confusão e deveria ser odiado.

“E quem fizer tropeçar a um destes pequeninos crentes, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse lançado no mar” (Marcos 9:42).

23. Ofende as crianças, levando-as ao tropeço.

“E quem fizer tropeçar a um destes pequeninos crentes, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse lançado no mar” (Marcos 9:42).

24. A visão conduz à prevalência da soberba.

“A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos. O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre; os juízos do Senhor são verdadeiros e todos igualmente, justos. São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar, há grande recompensa. Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas. Também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine; então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão. As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!\” (Salmo 19:7-14).

25. Já é tarde. Cristo volta em breve. Devemos rejeitar todas as obras das trevas.

“Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas, e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, nem em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências\” (Rm. 13:12-14).

“E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro\” (I Jo. 3:3).

26. Deus ordena que o povo santo destrua e rejeite todos os ídolos.

“Porém assim lhes fareis: derribareis os seus altares, quebrareis as suas colunas, cortareis os seus postes-ídolos e queimareis as suas imagens de escultura. Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra” (Deut. 7:5-6).

27. É amizade com o mundo, produzindo inimizade para com Deus.

“Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres. Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tiago 4:3-4).

28. A face do Senhor está contra os praticantes do mal, e os espectadores não estão apartando-se do mal, como foi ordenado.

“Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a sua língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente; aparte-se do mal, pratique o que é bom, busque a paz e empenhe-se por alcançá-la. Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males” (I Pe. 3:10-13).

29. Se você acha que se trata apenas de uma mácula em sua roupa, ainda assim está errado.

“Por esta razão, pois, amados, esperando estas cousas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (2 Pe. 3:14).

“Vós, pois, amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelos erros desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza” (1 Pe. 3:17).

30. A televisão abrange as três tentações que Satanás introduziu no Éden.

“Não ameis o mundo nem as cousas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (I Jo. 2:15-17).

31. Os vitoriosos que vêem o Senhor na Sua glória não necessitam disto.

“Que mais tenho eu com os ídolos? eu o tenho ouvido, e isso considerarei” (Oséias 14:8).


Modelo de Conduta Cristã

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Em julho de 2011, participei do Congresso da Umimobrart.

Maravilhei-me, Senhor, pela multidão que estava a adorar-te.

Quero aqui falar um pouco da glória que vi lá;

Um evento que ressaltou que o tempo de Deus é já!

 

A beleza da tua santidade estava patente

Num povo que não é como as demais nações.

Ali não havia incrédulo, só crente;

Não se via divisão nos corações.

 

Todos no mesmo padrão…

Quanta alegria por servir-te de um só jeito!

Se alguém pensa que tudo isso é vão

Não quer mesmo ser perfeito.

 

A tua obra deve ser feita com zelo, dedicação e sentimento.

Isto é o que esse povo com o seu perfil está a apontar.

É preciso unir-se a essa grande família neste momento

Quem deseja a Deus e não ao homem agradar.

 

Chega de inovações e teorias humanistas!

Deus quer servos dispostos a ter virtude.

As suas sãs doutrinas são combatidas pelas ideias iluministas,

Que impedem o agir do Senhor em sua plenitude.

 

Estão por aí a brincar de ser cristão,

Preferindo os manjares babilônicos ao Senhor.

Mas aqueles que ao mundo dizem não

Anseiam verdadeiramente pela Pátria de esplendor.

 

Criança! Jovem! Homem! Mulher!

Se vocês têm um coração contrito

E se propõem a fazer o que Deus quer,

Estão convocados a externar o seu amor por Cristo.

 

Deus quer o seu coração, corpo, alma e entendimento

Comprometidos com o Seu empreendimento,

O Seu último sopro na terra, a Sua sublime Obra,

Que de todos nós santidade cobra.

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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Existe fé na terra?

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Na Palavra de Deus está a pergunta: Quando, porém, vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? (Lc. 18.8b). Podemos já detectar nos nossos dias que a fé é um elemento do qual poucos têm feito uso nos seus pensamentos, nas suas atitudes.

O realismo exacerbado, a frieza e o desinteresse têm sido a âncora de muitos. Mesmo na Obra de Deus quase não há quem queira ver a Igreja do Senhor no seu esplendor, rica em santidade e no avivamento santo de Atos dos Apóstolos. Muito pelo contrário, o que tem predominado é uma letargia espiritual, um comodismo com a presença do mundo e dos seus apetrechos nos átrios do Altíssimo, de modo que o entusiasmo em servir a Cristo, segundo os moldes do Novo Testamento, encontra-se ausente.

É necessário que repensemos o estado da Igreja, das nossas Igrejas Locais, para que o que não provém de Deus nos incomode; para que queiramos fazer a diferença aonde quer que estejamos, sendo luzes, modelos, exemplos de cristãos verdadeiramente nascidos de novo, e totalmente autênticos no comprometimento com a causa do Evangelho. Só fazendo isto o Senhor irá se agradar de nós, menina dos olhos seus.

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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Vós sois a luz do mundo!

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

“Vós sois a luz do mundo.

Não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte,

nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador,

e alumia a todos os que se encontram na casa.

Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens

para que vejam as vossas boas obras

e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mt. 5.14-16)

“– Você é um deles.”

“– Não, não sou. Não compreendo o que dizes.” (Lc. 22.58,60a)

Sabemos que há inúmeras evidências de crentes que não querem ser diferentes dos outros. Eles têm vergonha de serem identificados como seguidores do Senhor Jesus.

– Quantos não estão assim no nosso meio?

O Evangelho é para os corajosos, não para aqueles que se acovardam entregando os pontos, aliando-se aos inimigos de Deus e perseguindo de diversas maneiras os seus próprios companheiros.

Deus une o seu povo pela sua santa Lei. Quem O ama guarda os seus mandamentos e não se opõe àqueles que zelam pelo cumprimento de cada um deles. Logo, podemos entender que quando o servo de Deus é fiel a Ele e alguém, se dizendo irmão, o rejeita, na verdade, já havia rejeitado bem antes as sãs doutrinas, e, principalmente, ao Autor delas: “Quem faz a um dos meus pequeninos a mim o faz” (Mt. 25.40).

Deus não gosta de brincadeira, de meninice dentro do Evangelho. – Oba-oba? Já há de sobra nos povos pagãos e isso basta. Na Igreja, nação do Senhor, a história é diferente. Ele requer decisão e disposição para servi-LO.

– Ficar em cima do muro? Ser inconstante? Uma pessoa que se supõe convicta da Verdade não pode se dar a esse capricho.

É fato que os tempos mudaram. Mas é decepcionante ver que é raro encontrar pessoas enraizadas nos conceitos dos antigos, que teem plena satisfação em vivê-los, propagá-los. Tal não deveria ser na Igreja a realidade de alguns, antes de todos.

A modernidade não possui as diretrizes para a conduta do povo de Deus. Muitos estão por aí apregoando um Testamento que é tudo menos bíblico. O Evangelho do Senhor não precisa de sofisticação, ele foi, é e será simples. Porque é na simplicidade que Deus encontra espaço para trabalhar. É quando há sentimentos genuínos movendo as ações dos servos de Deus que acontece a consonância entre as experiências vividas pelos servos de Deus do passado e os dos nossos dias.

Falar, viver a cultura bíblica, refletindo a glória do Altíssimo com a prática de todos os usos e costumes que a compõem, é uma dádiva recebida, uma graça alcançada. É um dom divino. – Tens tu este dom?

Identifiquemo-nos, pois, pelas tradições neotestamentárias, que ainda hoje norteiam a vida daqueles que estão insatisfeitos com os sistemas deste século. Esteja bastante atento a esses vãos sistemas que visam solapar o avanço espiritual da Igreja na oração, no louvor, na Palavra, na consagração, na fidelidade, no uso dos dons…

Enfim, não seja qualquer crente. Seja um crente diante de Deus e o crente para esta geração. Faça a diferença. Não negue a Jesus. Pois pode ser que não ouça o galo cantar, e outra chance não tenha para fazer veredas direitas.

-Afinal, você é um deles?

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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Raça Eleita

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Somos bem-aventurados, ó Senhor!

Porque andamos na tua lei

És amor, mas também fogo consumidor,

Por isso, conduzes no teu zelo a tua grei.

O que mais desejaríamos ter?

Estamos contigo, cumprimos o teu querer,

A melhor parte já escolhemos

Defendemos o Evangelho genuíno e a tua graça temos.

Altíssimo de Israel, Deus da Igreja!

Na alegria ou na tristeza louvado seja.

Não tememos o mal, pois conosco estás

Àqueles que te buscarem prosperarás.

Que os povos tremam diante do teu nome

No qual o poder das trevas é repreendido e some.

Todas as veredas do Senhor são misericórdia e verdade

- O que ganhará o homem que preferir a iniquidade?

Exaltamos a ti, ó Deus, porque tu nos exaltastes,

Clamamos a ti, e tu nos sarastes.

Viveremos celebrando a memória da tua santidade

Que foi firmada para toda a eternidade.

Ainda que surjam teorias várias

Continuaremos a amar as doutrinas neotestamentárias.

Porque elas identificam o nosso povo

E fazem o antigo parecer novo.

Somos raça eleita, uma nação santa

Que impacta, incomoda e encanta!

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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A beleza do Evangelho acompanha os que creem

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

O que fazer para que o servir ao Senhor Jesus signifique regozijo, júbilo, alegria, encanto? – Preocupar-se em agradar ao Senhor com zelo; cultivar uma vida de fidelidade à sua Palavra; buscar a autoridade e a unção do Senhor para si; viver em oposição ao sistema do mundo, separando-se para Deus.

É fato que os homens nos dias atuais estão vivendo em desespero, segundo as ideologias humanas – que deturpam o querer de Cristo para o seu povo e extinguem o ânimo dos seus seguidores. São as vãs filosofias propagadas por aí que têm minado a certeza dos crentes na presença de Deus e feito com que fiquem alienados quando, na verdade, deveriam estar totalmente despertos, vigilantes quanto às más influências, que visam unicamente desviar o homem dos passos de Deus, matando-o espiritualmente.

Porém, em meio a toda esta confusão reinante na sociedade, Deus tem um projeto para a sua Igreja recuperar a sua identidade. Esse projeto corresponde a um retorno ao santo e reto caminho do Senhor a tal como ele era no modelo neotestamentário. E esse projeto é um escape para os fiéis na terra, é o diferencial para todo o trabalho dedicado a Deus – e que é mais uma prova de que Ele não nos deixa só. Deus sabia que haveria a mundanização da Igreja e o barateamento do Evangelho, que hoje lamentavelmente vemos, e nos deixou uma alternativa para quem tem compromisso com sua verdade: Restauração.

Portanto, defender e viver a causa do Evangelho com integridade requer do crente o reconhecimento de que a superficialidade e o destemor têm imperado em todos os lugares, e que a maneira de não se permitir contaminar por esse vírus é estando revestido da proteção divina, ou seja, vacinado contra qualquer força contrária aos desígnios de Deus. É preciso ainda compreender que uma vida produtiva e completa na Obra de Deus deve ser o ideal do cristão.

Todavia, esse ideal só é alcançado se houver uma valorização do que é importante para Deus, que é o que acontece quando se ama os seus Estatutos, quando há entusiasmo e garra para servi-LO, e quando o adorá-LO de acordo com os parâmetros bíblicos é tido como belo, como algo de que se tem orgulho, e não como algo de que se tem vergonha.

É desta forma e somente desta forma que podemos refletir o brilho do Espírito Santo em nossas vidas, porque a fé e a prática estarão sendo exercitadas conjuntamente, harmoniosamente, produzindo efeitos inestimáveis não só para o cristão em si, mas para a missão da Igreja no mundo.

Deixo, então, uma última pergunta:

– Que importância você tem dado à beleza do Evangelho na tua vida?

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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O que precisa ser mudado na Escola Bíblica para que ela seja de fato Bíblica?

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

    “Ponde-vos à margem no caminho e vede,

perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho;

andai por ele e achareis descanso para a vossa alma;

mas eles dizem: Não andaremos” (Jr. 6:16).

A forma de se estudar a Bíblia na Igreja sofreu transformações no decorrer dos anos. E, correspondendo às tendências de cada época, a Igreja adaptou o discurso dos seus ensinamentos às ideias que então vigoravam. Deste modo, os hodiernos Estudos Bíblicos ministrados na Escola Bíblica requerem a nossa atenção acerca dos seguintes aspectos: o que estamos ensinando; o que queremos que seja aprendido; que nível de linguagem deve referendar as abordagens dos estudos; a que categoria pretendemos elevar os nossos segmentos religiosos mediante as temáticas trabalhadas.

O perfil das lições – que é deveras importante para a absorção das ideias pelo público a que se destina: o cristão (neste caso) – deve considerar: a linguagem culta e bíblica (por esta entendemos: “reverente”, “zelosa”), e preferir o viés argumentativo bíblico ao secular ou a outras linhas de pensamento que diminuem e estagnam o intelecto do cristão ao invés de aumentá-lo.

Infelizmente, percebemos que a temática conservadora, de estilo sólido, baseado teologicamente nas Escrituras, em voga, por exemplo, na década de 60 e 70, foi substituída atualmente – por muitas Igrejas – por uma temática liberal, de estilo light, cujos argumentos são respaldados utilizando-se a Teologia, a Filosofia, a Psicologia e quase nada a Bíblia.

Como mudarmos esse quadro? Como não nos enquadrarmos no perfil negativo descrito acima? – Portando-nos como porta-vozes da Verdade, embasando-a totalmente nas Escrituras Sagradas, e não nos acomodando com as teorias de consistência limitada e com os métodos insignificantes deste mundo, os quais minam nocivamente a causa norteadora do Evangelho de Cristo.

Para tanto, porém, há um único caminho com uma condição: somente conseguiremos crescer em sabedoria se buscarmos enfocar – de todas as maneiras possíveis – os fundamentos que constituem as crenças indispensáveis aos defensores do Cristianismo Genuíno; e, esses tais são atualmente representados por aqueles que professam a restauração da Igreja ao modelo bíblico neotestamentário.

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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O Verdadeiro Pacto

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Não trairei o sangue do Novo Testamento

Da minha pregação Cristo é o centro

Obedecê-LO é o meu intento

Falarei agora das sãs doutrinas sem o rudimento:

Quero lavar os pés do meu irmão

E oscular também a sua mão

Ver as irmãs cobrindo-se com o véu

Em sinal de poderio aos anjos lá do céu

Não quero pregar outro batismo

Senão aquele que é no rio, por imersão

Não quero compactuar com o feminismo

Nem com mulher no púlpito no lugar do varão

O divórcio não agrada a Deus

Mas só duas opções há para quem se separar:

Ou se reconciliar ou ficar sem casar,

Pois de maneira contrária procedem os ateus

As minhas vestes devem ser santificadas

Portanto, curtas não devem ser

E para que sejam decentes e imaculadas

O outro lado não se pode ver

Irei cear com o pão ázimo do Novo Testamento

Não é com pão de padaria nem de supermercado

E tomar o vinho feito da uva, sem álcool ou fermento

Nem tomar em quantidade para ficar embriagado

Em consagração todo o cristão deve estar

Para os dons do alto poder receber

E estando revestido da santa unção trabalhar

Para que outros neste Deus também possam crer.

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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Crise Matrimonial

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Igreja, Noiva minha,

que conquistei com muito labor

a qual dei todo o meu amor…

- Como estás?

Vejo os lugares por onde passas

e os vinhos das uvas que amassas…

Então paro.

Relembro o dia das nossas bodas

e percebo que das alianças que fizemos

não te lembras de todas.

Quebraste um pacto feito com sangue, bem sabemos.

As suas vestes, antes tão reluzentes,

agora estão manchadas de outros leitos.

Tu me traístes com seus atos imprudentes

e aqui estou eu a lamentar os seus feitos.

Todavia, a minha honra permanece comigo

mesmo que tenhas caído em vil torpeza.

Porque há outras donzelas que são como o trigo:

brancas, belas e exalam nos seus corpos pureza.

- Quando te reconciliarás com o teu esposo

e abominarás o erro que te consome?

Eis que cedo venho, Eu o Todo Poderoso,

o nome que está acima de todo o nome.

Quero Eu coroá-la neste Grande Dia.

Mas terás que voltar ao nível e ao prumo.

Agrada-te das minhas Leis e terás alegria

Eu garanto, Eu que dos Sacerdotes sou o Sumo.

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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É difícil compreender a voz do Senhor?

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Estamos vivendo um período de grande tensão. É evidente como o homem procura controlar a ação de Deus na vida das pessoas. Mas, sabemos que Deus chama da maneira que quer, na hora e local que quer a quem quer para fazer a Sua Obra – o que pode impressionar a alguns que parecem não crer na multiforme sabedoria do Todo Poderoso. Ele faz ser quem não é, orienta e capacita qualquer um para ser um instrumento na difusão do Seu projeto glorioso na terra: “A Restauração da Sua Igreja nesse Tempo do Fim”.

É dever de todo aquele que se identifica como servo de Cristo transmitir, por todos os meios reconhecidamente cristãos, os ensinamentos de Deus às almas que ainda não tiveram acesso a eles. Todavia, o sentido da palavra Evangelizar é muito amplo na vida do crente. Quando nos atemos exclusivamente àquilo que o Senhor disse no Novo Testamento conseguimos demonstrar ousadia para falar das sãs doutrinas do nosso Deus, e divulgar com satisfação expressa na face, em qualquer lugar, a verdade genuína contida nas Escrituras Sagradas e nada fora dela; abrir novas Igrejas Locais e designar homens capacitados para o ministério pastoral nesses lugares.

Deus é tão simples e complexo ao mesmo tempo! Ele não precisa do homem para fazer a Sua Obra. No entanto, Ele quer contar conosco. E nós, como bons servos que somos, devemos consentir com o Seu método de ação original, puro, santo, simples, sem querer introduzir artificialismos, doutrinas modernas e estratégias de evangelismo como, por exemplo, blocos de carnaval, bailes, coreografias, que nada acrescentam ao crescimento espiritual do povo de Deus. Muito pelo contrário. Ao optar por tal procedimento, o servo de Deus terá na sua vida espiritual um comodismo e estará contribuindo, consequentemente, para o atraso do plano restaurador do Senhor e trazendo sérios prejuízos para a imagem da Igreja na sociedade. Devemos, portanto, estar atentos à forma que Deus age e quer agir em nosso meio para que não sejamos considerados pedra de tropeço, impedimento para o avanço progressivo da Obra do Senhor no mundo.

Enfim, quando o homem descobre que também tem influência direta e/ou indiretamente para o aumento do número de fiéis na Igreja do Senhor Jesus dispersa entre as nações, ele trabalha com afinco neste propósito e recebe a aprovação do Senhor. Porque todos vêem os frutos desse amor demonstrado não por palavras persuasivas, mas por ações que explicitam a sua fé naquEle que o restaurou e o solidificou para ter uma vida santa – mesmo estando inserido neste século tão marcado pelo culto ao pecado – cada vez mais modernizado – tão patente em nossos dias! Sim, os Últimos Dias – NOS TEMPOS DA RESTAURAÇÃO.

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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Faça o que eu mando! Faça o que eu faço!

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Amigo, sem você não existo.

Tu absorves o meu ensino falso.

Sou para você o que queres que eu seja.

O meu amor é condicional.

Não me contento apenas com o seu olhar submisso.

Quero que com a sua boca fales dos meus programas

Para todos os seus colegas, amigos e parentes.

Quero que as suas mãos apalpem os meus produtos

E também que caminhes para sempre

Nos padrões mundanos, irreverentes, disformes e vis

Que lhe apresento 24h por dia.

Agora,

Sabendo que és meu discípulo

E segues à risca o que eu te ordeno

Sei que não vais deixar de atender o meu último desejo:

- Quero a tua alma!

- Tu me amas, não é verdade?

Então, sacrifiques por mim todos os escrúpulos que tens

Porque não preciso da tua dignidade perante os homens

Quero que sejas depravado e inconseqüente

Em todos os seus atos

Para que sigamos juntos em direção ao alvo maior:

O lago de fogo e enxofre,

Que foi preparado para nós, para o diabo e os seus anjos.

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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A conquista do pecado

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Oh!, deus!

Tu que tens o poder de me iludir até o fim

Oh! grande na terra entre os homens

Em especial os ateus

Se bem que já tens adoradores ditos evangélicos

Pois é, já conquistei vários amigos…

Fiz com eles um jogo de sedução irresistível

Disse-lhes que todos os seus programas são bons

E que, por isso, nos guiam com a melhor das intenções

Mas, cá para nós: quem não aderiu ainda a TV

Está por fora, não?

Digo ‘ainda’ porque, quem sabe,

Podem mudar de idéia?

Para mim é um retrógrado

Não acompanha a modernidade

Vive, portanto, como na Idade da Pedra

É ultrapassado.

Gente, temos que deixar nossos princípios de lado

E atentar unicamente

Para a imagem do deus deste século!

Estamos na “Nova Era”

Que tem como característica principal

A marca da besta naqueles que, sem hesitar,

Moldam artisticamente o pecado em seu viver.

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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O crente obedece a Cristo por amor

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Nós militamos numa Obra que o Senhor levantou nesse tempo do fim. Diferente porque tem compromisso com o Senhor. Ele deixou doutrinas e mandamentos para os seus servos. E há uma importância enorme de nos voltarmos para as páginas das Escrituras. Obediência é uma palavra que abrange toda a nossa vida. Aquele que foi chamado para a Obra do Senhor obedece-O por amor.

Numa das epístolas de Paulo está escrito: – Quem irá nos separar do Amor de Deus? Serão as pessoas? As coisas corruptíveis deste mundo? Os prazeres carnais? Quem nos impedirá de obedecer ao Senhor? O Senhor falou: Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse verdadeiramente me ama. O que adianta ter os mandamentos do Altíssimo e não os guardar? “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7:21).

Muitos nestes dias amam mais ao próximo do que ao Senhor. Será que a Palavra de Deus respalda esse tipo de comportamento? O crente só vai estar agradando ao Senhor se estiver com o coração na Sua Palavra. Todo aquele que ama ao Senhor ama ao seu próximo, mas amar somente ao próximo não significa amar ao Senhor. Deus falou por intermédio de Salomão: O filho que atenta para a Palavra do Senhor prolonga os seus dias na terra. Qual o fruto que a obediência ao Senhor pode trazer a cada um de nós? Por que nós devemos obedecer ao Senhor? Porque Ele morreu na cruz por nós, nos deu o direito de servirmos a Ele, nos tirou das trevas e nos trouxe para a Sua maravilhosa Luz. “Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29).

O verdadeiro crente obedece a Cristo voluntariamente. Ele é grato ao Senhor pelo que lhe deu gratuitamente. “Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito” (Tg 1:25). “Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada” (Jo 14:23).

O apóstolo Pedro foi provado quanto ao seu amor por Cristo. E, hoje, quem testifica se amamos ao Senhor e guardamos a Sua Palavra? O Espírito Santo e a Sua Palavra.

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Bruno de Farias Fuly

Diretor Presidente do Jornal da Obra; Professor de Matemática pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
“Firme está o meu coração, oh! Deus!”


O Senhor quer ver o Seu povo propagando a Sua Obra

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

O mundo jaz no maligno e muitos têm buscado uma alegria passageira.

E nós, que fomos chamados para fazer parte desta Obra, temos um compromisso com o Senhor. Nós estamos incluídos nesta Obra por privilégio concedido por Deus. Antes não entendíamos, mas Deus nos fez enxergar o pleno conhecimento da Sua vontade.

O Senhor já tinha falado desta Obra nos tempos dos profetas, depois ratificou nos dias dos apóstolos. E o Senhor, como vela pela Sua Palavra para a cumprir, trouxe o cumprimento da Sua Palavra para os nossos dias. O Senhor testificou através de sinais e de profecias. Houve até aqueles que viram, mas não deram ouvidos àquilo que o Senhor dizia. E hoje, em pleno século XXI, há os que zombam dos servos de Deus, da Obra do Senhor. Estão com comichões nos ouvidos, não querem escutar as verdades bíblicas, fazendo prevalecer o seu eu. Continuam a professar as doutrinas de homens que aprenderam e pensam estar agradando a Deus, agindo em conformidade com o mundo.

Não há humildade da parte do homem para aceitar os feitos do Senhor, as Palavras desse Deus glorioso.

Mas sabemos que aquilo que é impossível para nós não o é para o Senhor. Fazer uma pessoa entender a Palavra, retroceder nas idéias, aos tempos antigos é fácil para Deus. Deve haver, é claro, um componente humano na mudança desse quadro. Quem abre essa porta para o Senhor é o homem. E o Senhor Jesus é paciente. Ele espera.

Amados irmãos, nós estamos passando por momentos difíceis, angustiosos.

Dá tristeza só em olhar o que se reflete nos nossos dias: homens e mulheres não dando lugar ao Espírito do Senhor, homens e mulheres que buscam uma alegria carnal, que não é a do Espírito Santo. A presença do Espírito Santo na vida do cristão deve brilhar, transparecer no meio da terra.

Buscai o Reino de Deus, as coisas do alto. Podemos notar que o Senhor fala de diversas formas em diferentes passagens. Ajuntai tesouros no céu.

O Senhor quer ver o Seu povo propagando a Sua Obra, mostrando-a não só em palavras, mas também no nosso corpo.

Precisamos estar voltados para o Senhor para que Ele possa operar em nossas vidas, a fim de que todos aqueles que buscam ao Senhor e fazem a Sua Obra cheguem ao pleno conhecimento da Sua vontade. O Senhor tem pressa nisto.

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Bruno de Farias Fuly

Diretor Presidente do Jornal da Obra; Professor de Matemática pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
“Firme está o meu coração, oh! Deus!”


Terra que mana leite e mel

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Este mundo vive na perversidade.

– Não é aqui neste mundo aterrorizante que os meus servos irão viver – pensou o Senhor.

A justiça é torcida. As leis são frouxas. Os homens caminham como seres errantes, sem a graça de Deus.

Mas, o Senhor fala: – “Não temais essas coisas, nem ao homem”.

É tempo de cada um se despertar e ver que nada acontece por acaso. Tudo o que Deus manda aqui para a terra recai sobre os justos e injustos.

Deus é o Deus de toda a terra.

Até o mar Ele movimenta com a sua voz!

A terra não consegue suportar a suprema santidade e autoridade de Deus.

Nada consegue conter a manifestação poderosa da glória de Deus quando o Seu trono se incendeia.

Em Sl 104:1-13, uma das temáticas do salmista Davi era retratar a grandeza de Deus.

O Senhor, sendo Justo, não viu nenhum justo na terra. O homem sempre ficou à margem da soberania de Deus. Porém Deus disse: “– Sê homem!”. No momento em que o Senhor fala vem chicote. Nota-se isso quando o Senhor Jesus, ao término de uma das suas pregações, vê muitos se distanciando dEle, e ouve até mesmo dos seus discípulos: “– Duro é este discurso!”

Por que o homem, sendo homem, consegue obedecer ao Senhor? Porque o exemplo foi deixado pelo Filho de Deus, que se fez homem e demonstrou ser possível agradar a Deus.

É fácil estar neste mundo, difícil é sair daqui.

Tudo foi criado por Deus. Sem Ele nada do que foi feito se fez.

Nem a terra na morte do Senhor Jesus O comportou.

Será que o homem está preparado para ver Deus? – O Todo Poderoso está bem perto de voltar!

Olhemos para o alto. Não adianta o homem querer fazer aqui na terra a sua morada permanente.

É preciso haver mudança de vida, de rumo, para que Deus complete a Sua Obra em nossas vidas, a fim de que um dia possamos ir conhecer as Suas moradas nos céus.

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Bruno de Farias Fuly

Diretor Presidente do Jornal da Obra; Professor de Matemática pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
“Firme está o meu coração, oh! Deus!”


O Sábado Bíblico

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

A palavra sábado vem do hebraico, Shabbãth, ‘descanso’ da raiz; Shãbhath, ‘cessar’, ‘descansar’. Na Septuaginta, é traduzido pela palavra sábbaton, “sábado”. Aponta para o sétimo dia de cada semana, que os israelitas dedicavam ao descanso de todas as atividades físicas da semana, a começar ao por do sol da sexta feira e terminando no por do sol do sábado.

No relato da criação não encontramos a palavra sábado, mas é encontrada a raiz de onde se deriva tal vocábulo (Shãbhath): “E, havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera” (Gn. 2:2,3). Deus criou todo o universo em seis dias; no sétimo descansou de Sua obra. A linguagem apresentada em Gênesis é antropomórfica, pois Deus não é um trabalhador que necessita de descanso, porém foi deixado como padrão para o homem seguir, pois precisa de um dia para o descanso de todas as labutas diárias e tomar alento, conforme a forte linguagem usada por Deus em Êxodo 31:17, com o propósito de ensinar ao homem tal necessidade: “… em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-se”.

No tempo dos patriarcas não existe qualquer menção de tal observância, embora Deus tivesse abençoado o dia sétimo, por ocasião da criação.

A primeira menção da palavra sábado foi no deserto por ocasião do recolhimento do maná, conforme o registro de Êxodo 16:23-30: “E ele disse-lhes: Isto é o que o SENHOR tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o; e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar ponde em guarda para vós até amanhã. E guardaram-no até pela manhã, como Moisés tinha ordenado; e não cheirou mal, nem nele houve algum bicho. Então, disse Moisés: Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do SENHOR; hoje não o achareis no campo. Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá. E aconteceu, ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam. Então, disse o SENHOR a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?”.

Na Aliança da Lei, o sábado foi instituído como um dos mandamentos para a nação de Israel: “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles e ao sétimo dia descansou; portanto, abençoou o SENHOR o dia do sábado e o santificou” (Êxodo 20:8-11).

Conforme o registro de Êxodo 31:13, o sábado era o mandamento que servia para distinguir a nação de Israel de todos os demais povos: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados, porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica”.

Para a nação de Israel, o sábado não era um dia de total inatividade, pois os sacerdotes continuavam nos seus serviços normais. Aos sábados havia a mudança dos pães da proposição (Lv. 24:8); um sacrifício especial (Nm. 28:9,10); o rito da circuncisão (Lv. 12:3; cf. João 7:22); a convocação sabática (Lv. 23:1-3). Era um dia reservado para o descanso e a adoração ao Senhor.

Nos dias do profeta Isaias, o sábado era observado formalmente (Is. 1:12,13). Outros profetas repreenderam a nação de Israel acerca da violação do sábado (Jr. 17:21,22; Ez. 22:8; Am. 8:4). Foi atribuída a destruição de Jerusalém e o cativeiro dos judeus, em parte, à violação da não observância da guarda do dia de sábado (Jr. 17:27; Ez. 20:23,24).

Após as reformas de Neemias e Esdras, no período intertestamentário, os seus sucessores, os escribas, regularam e restringiram a observância do sábado. No tempo dos Macabeus, alguns deles preferiram morrer a profanar o sábado. Com o surgimento das sinagogas, a vida religiosa do judaísmo centralizou-se nelas, não somente em lugares distantes de Israel, mas até paralelamente ao templo de Jerusalém existiam sinagogas onde, nos sábados, a comunidade judaica se reunia para o estudo do Tanach (Antigo Testamento) e a adoração a Deus.

Quando Jesus foi introduzido no mundo dos homens, o verdadeiro sentido do sábado havia sido obscurecido pelos acréscimos e restrições dos escribas. A observância se tornara formal, sem considerar as necessidades humanas. Jesus chocou-se frontalmente com as autoridades religiosas de Israel por causa do sábado e a reivindicação de sua deidade: “E, por essa causa, os judeus perseguiram Jesus e procuravam matá-lo, porque fazia essas coisas no sábado. E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus” (João 5:16,18).

O apóstolo Paulo frequentava os cultos nas sinagogas em dia de sábado, pois era o dia normal de reuniões dos judeus (At. 2:46; 5:42; 9:20; 13:14; 14:1; 17:1,2; 18:4). Os gentios que se convertiam eram assediados pelos judaizantes com o intuito de circuncidá-los e obriga-los a guardar as leis judaicas. Foi essa situação que provocou o grande Concílio de Jerusalém (At. 15:1-32). O consenso final foi: “Na verdade, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação; destas coisas fareis bem se vos guardardes. Bem vos vá” (Atos 15:29,30). Os gentios que se convertiam não estavam obrigados a observar as leis judaicas e a adotar o cerimonial judaico, a fim de viverem uma vida de justiça cristã. A Igreja dos gálatas que estava enveredando pelo caminho da observância da lei mosaica foi severamente repreendida pelo apóstolo Paulo: “Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Será em vão que tenhais padecido tanto? Se é que isso também foi em vão. Aquele, pois, que vos dá o Espírito e que opera maravilhas entre vós o faz pelas obras da lei ou pela pregação da fé?” (Gl. 3:2,3). Paulo considerava a lei como um jugo de servidão, da qual os crentes são libertos por Cristo: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão” (Gl. 5:1). Algo abolido por Cristo na Nova Aliança: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz” (Cl. 2:14). O sábado é mencionado por Paulo juntamente com as festividades e luas novas, como “sombras das coisas futuras”: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl. 2:16,17). Para o apóstolo Paulo, o crente que estava querendo guardar dias, meses, anos e tudo que fazia parte da legislação mosaica estava querendo se escravizar a “…rudimentos fracos e pobres”. Confira: “Mas agora, conhecendo a Deus ou, antes, sendo conhecidos de Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós que haja eu trabalhado em vão para convosco” (Gl. 4:9,10). “Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo” (Cl. 2:20). A observância de dias e a abstinência de certos alimentos são características de quem é fraco na fé: “Ora, quanto ao que está enfermo na fé, recebei-o, não em contendas sobre dúvidas. Porque um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come legumes. O que come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come; porque Deus o recebeu por seu. Quem és tu que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai; mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em seu próprio ânimo” (Rm. 14:1-5). O Espírito Santo através de Paulo, relativizou, igualou o sábado com os demais dias da semana. A desvalorização deste dia no coração do judeu convertido a Cristo seria um processo lento devido a formação religiosa proveniente da Lei mosaica, pois é bom lembrar de que a Igreja primitiva era formada de judeus e gentios convertidos a Cristo Jesus.

Os primitivos cristãos passaram a reunir-se no primeiro dia da semana, devido a ressurreição de Jesus (Mc. 16:2 ss). Tinha no primeiro dia da semana o seu dia normal de reuniões: “No primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e alargou a prática até a meia-noite” (At. 20:7). “No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que se não façam as coletas quando eu chegar” (I Co. 16:2).

A observância do sábado no Novo Testamento jamais é ordenada, porém os demais nove mandamentos da lei mosaica são constantemente reiterados, tendo o cumprimento de toda a lei através da observância do amor: “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás, e, se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor. A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás, e, se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Rm. 13:8-10).

Um conhecido grupo defende a guarda do sábado pelos cristãos asseverando que o domingo é o sinal da besta. As Escrituras não dizem como será tal sinal; e, em segundo lugar, o anticristo ainda não surgiu no cenário mundial para adquirir autoridade mundial, isso acontecerá antes da segunda vinda de Cristo. As Escrituras não ensinam que o anticristo fará a mudança do dia de descanso do sábado para o domingo. Dizem que o dia de domingo foi introduzido pelo catolicismo romano, porém tal afirmativa não tem fundamento, pois não existe nenhuma prova histórica a esse respeito. Se porventura houvesse alguma mudança comprovada a esse respeito, isso nada provaria no sentido de que devemos retornar à observância do sábado judaico, pois as Escrituras ensinam claramente que o sábado é sinal do pacto entre Deus e Israel, jamais sinal entre Deus e a Igreja. Israel estava sob a lei recebida no Sinai, porém a Igreja está sob a Graça de Jesus adquirida na cruz do Calvário. O Novo Testamento também não ensina que devamos guardar o domingo, como se este houvesse substituído o sábado judaico, pois para Deus todos os dias são abençoados por ele.

Todos os países têm adotado o calendário gregoriano para uso civil. Neste calendário os dias da semana são dispostos na seguinte forma: segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo. No calendário judaico, os judeus não davam nomes aos dias da semana, mas eram designados como primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto, sexto e sétimo dia o dia de descanso (sábado). Conforme o exposto, o calendário gregoriano nomeia os dias da semana e o judaico não. O dia em que alguns grupos insistem na guarda obrigatória não é o sábado bíblico, porém um dia nomeado de sábado. Devido à tradição dos cristãos de se reunirem no primeiro dia da semana; este primeiro dia foi nomeado no calendário gregoriano de domingo (do latim: Dies dominica “dia do Senhor”). Teológica e morfologicamente, o sábado ordenado por Deus a Israel não tem nenhum vínculo com o dia nomeado de sábado da nossa folhinha gregoriana. Estamos debaixo da graça, sob o sangue de Jesus Cristo, por isso não nos colocaremos sob outro fundamento.

O domingo foi instituído pela lei do nosso país como o dia de descanso do trabalho secular (Rm. 13:1), contudo é para a Igreja um dia voltado inteiramente para o trabalho cristão e considerado pelo Senhor como o Seu dia. Se porventura um cristão que, por força do seu trabalho secular, tiver de trabalhar no dia de domingo, e a sua folga de trabalho cair em qualquer dia da semana, esse dia será o seu sábado (descanso). Seis dias trabalhou e o sétimo dia é o descanso do seu trabalho (Êx. 20:8-11). Para nós, os servos de Deus, sob a graça de Jesus, todos os dias são iguais. Não podemos fazer do benefício de Deus para com o gênero humano um motivo de confusão. Vejamos a resposta de Jesus aos fariseus: “E aconteceu que, passando ele num sábado pelas searas, os seus discípulos, caminhando, começaram a colher espigas. E os fariseus lhe disseram: Vês? Por que fazem no sábado o que não é lícito? Mas ele disse-lhes: Nunca lestes o que fez Davi, quando estava em necessidade e teve fome, ele e os que com ele estavam? Como entrou na Casa de Deus, no tempo de Abiatar, sumo sacerdote, e comeu os pães da proposição, dos quais não era lícito comer senão aos sacerdotes, dando também aos que com ele estavam? E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Assim, o Filho do Homem até do sábado é senhor” (Marcos 2:23-28).

Para finalizar, o Novo Testamento não proíbe ninguém de se reunir em qualquer dia da semana ou observar a sua guarda (Rm. 14:5,6). Aquele que quiser guardar o sábado da folhinha gregoriana, como qualquer outro dia, que o faça para a glória de Deus; conquanto que se preserve a totalidade do mandamento, ou seja, que trabalhe não somente os cinco dias da semana, porém os seis dias. A guarda do sábado também não pode ser instituída como uma regra de salvação, pois anularia a eficácia do sacrifício de Jesus na cruz do Calvário: “Pela graça sois salvos, por meio da fé; isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8,9). Com todas essas recomendações façamos a Obra de Deus de maneira que venhamos a agradar o coração de Deus sem criarmos nada além do que já está escrito. Amém!

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Pr. Adelemir Garcia Esteves

Pastor, Jornalista, Professor de Teologia, Hebraico Bíblico e Conferencista.
“Temos a grande responsabilidade de refletirmos toda a glória de Deus.”
(II Co. 3:18)

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Testemunho do Poder de Deus

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Deixo o testemunho de um grande livramento que o Senhor me deu juntamente com o Pr. Fabiano Ferreira, na rodovia Rio-Magé, em 09 de outubro de 2000, às 00:30 h.

O fato ocorreu quando estávamos regressando de Teresópolis de uma abençoada visita à Igreja do Pr. Moisés Esteves. Eu estava assentado ao lado do Pr. Fabiano enquanto ele dirigia o seu carro, um Gol geração III; no banco de trás estavam: a sua esposa, a irmã Maria Antônia, seu filho Jason e a minha filha Esther. Na rodovia Rio-Magé, se emparelhou ao nosso carro, um Kadet com dois elementos armados. O carona bateu no vidro do nosso carro com o revólver fazendo sinal para que parássemos. Ao percebermos o assalto comecei a clamar pelo “poder do sangue de Jesus”. Quando os ladrões viram que não fora atendida a ordem de parar, eles se colocaram bem ao nosso lado e, mirando em direção da cabeça do Pr. Fabiano, efetuaram o primeiro disparo à queima roupa. No momento, pensei que o disparo o tinha matado e também me atingido, porém percebi que o projétil não havia nos ferido. Em seguida, ao ver que o primeiro disparo não nos atingira, o carona do Kadet disparou várias vezes em nossa direção, a poucos metros de distância. Literalmente, a minha filha Esther via quando o foguinho dos disparos vinha em nossa direção, porém o Senhor enviou uma barragem de anjos e nada nos atingia. Glória a Deus!

O carona chegou a colocar o corpo para fora do carro para melhorar a pontaria, usando as duas mãos, mas se surpreendia, pois nada nos atingia. O motorista do Kadet ao ver que seu amigo não conseguia nos atingir, sacou a sua arma e começou também a atirar sobre nós, mas sem sucesso.

Quando viram que não nos conseguiam atingir bateram com violência no lado esquerdo do nosso carro. O carro rodopiou na pista, pensei que iria capotar, porém a mão do Senhor estava sobre nós e não permitiu que o nosso carro capotasse e nem batesse na mureta do acostamento. Em todo esse trajeto, nós cinco, a uma voz, clamávamos pelo “Poder do sangue de Jesus”, pois só o Senhor que poderia nos valer numa hora de tanta aflição.

Os elementos, furiosos, pararam a uns 8 metros de distância e vieram em nossa direção. Eles se aproximaram e os dois pararam a um metro do nosso carro e apontaram as suas armas em nossa direção. Continuávamos a clamar pelo “poder do sangue de Jesus. O Pr. Fabiano abriu o vidro do carro e clamou: Há poder no sangue de Jesus! ”Os ladrões ficaram por uns vinte segundos parados e começaram a ficar tontos, não entendiam nada, pois nenhum dano havia ocorrido conosco e nem com o nosso veículo. Nós estávamos entendendo tudo: o Senhor estava com as milícias dos seus anjos nos guardando de todo o mal. Todos nós continuávamos a clamar a uma só voz: Há poder no sangue de Jesus!. Foi então que a vitória se consumou. Um dos bandidos disse para o outro: “Vamos embora!”. Correram em direção ao Kadet e, apavorados, saíram em disparada. O Senhor nos deu um grande livramento, passou juntinho de nós nesse vale tenebroso, pois nenhum tiro nos atingiu e tampouco furou o nosso carro. A Deus seja a glória para sempre! Amém.

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Pr. Adelemir Garcia Esteves

Pastor, Jornalista, Professor de Teologia, Hebraico Bíblico e Conferencista.
“Temos a grande responsabilidade de refletirmos toda a glória de Deus.”
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O Peso da Glória

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

(Mensagem pregada no Concílio Organizatório da Igreja em Campinas com adaptações textuais)

Como o aspecto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do Senhor; e, vendo isto, cai sobre o meu rosto, e ouvi a voz de quem falava (Ez.1:28).

Não podemos definir com facilidade a palavra glória, porque a mesma traz em si um peso tremendo quando atribuída a pessoa de Deus. A glória consiste em honra exaltada, em louvor ou reputação, ou em alguma coisa que ocasiona o louvor ou é o objeto desse louvor. Também pode significar esplendor, magnificência. A própria presença de Deus pode ser chamada de glória, por causa de seu estado exaltado.

Vários termos hebraicos são usados para indicar a ideia de glória. O vocábulo mais comum é Kavod, que se deriva de Kaved, ser pesado, dando a ideia de alguma coisa importante. Por extensão metafórica, veio a indicar valor, dignidade, esplendor, algo revestido de substância espiritual. A palavra era usada para aludir à estatura ou o peso físico de uma pessoa, ou então às riquezas ou à posição social de alguém.

Especificamente, no que tange a Deus, a Sua glória é a sua espantosa presença, as suas perfeições, os seus atributos, a sua santidade. A glória de Deus é a expressão da sua santidade, tal como a saúde manifesta-se sob a forma de beleza física. A aparência divina é de uma majestade gloriosa (Êx. 24:17). O valor intrínseco, que se manifesta claramente, é uma manifestação de glória. A Bíblia diz que houve um homem de Deus chamado Ezequiel. O seu nome significa: Deus fortalece. Ele viveu em um tempo bastante conturbado no contexto histórico da nação de Judá. Os primeiros anos de sua vida os viveu através do declínio político e espiritual de Judá. Testemunhou a ascensão e a queda de quatro reis. A invasão de sua nação pelas tropas do rei Nabucodonozor, levando cativas várias pessoas, inclusive o rei Jeoaquim.

Ezequiel fora levado para Babilônia e estava entre os cativos junto às margens do rio Quebar. Por certo estava triste e saudoso da sua pátria. As notícias que vinham de Jerusalém eram desanimadoras. Clamava ao Senhor para que interviesse em favor do Seu povo. De repente os céus se abrem e as misteriosas revelações de Deus se descortinam diante do profeta.

O profeta contempla a glória de Deus revelada nas misteriosas criaturas. Um firmamento semelhante a cristal e um trono por cima das suas cabeças. Um Ser glorioso assentado nesse trono. Dos seus lombos para cima e para baixo e no seu interior era fogo. O Varão era todo de fogo! Será que o Senhor Iavé havia se lembrado de Judá? Creio que assim pensava Ezequiel, estupefato diante da glória do Deus de Israel.

O Senhor comissiona o profeta para uma grande obra entre os cativos, designando-o para os avisar do juízo que era iminente.

Num determinado dia estava o profeta em sua casa. Deus se manifesta mais uma vez em forma de fogo, eis que a glória do Deus de Israel estava ali. Desta vez o profeta com tristeza contempla a glória do Deus Eterno se afastando da nação. Os querubins alçaram as suas asas, e se elevaram da terra. Icabô! Foi-se a glória!

O que o profeta Ezequiel vira em visão o profeta Jeremias testemunhou, numa dura realidade, o fiel cumprimento desta visão. Os soldados de Nabucodonozor entraram no templo saquearam-no e o reduziram a cinzas. Segundo os historiadores, à medida que os soldados adentravam ao templo cortavam o ar com suas lanças, em afronta ao Deus de Israel. Era o inverso da inesquecível cena dos dias de Salomão, quando a glória de Deus (a Shekinah), foi vista no templo quando o Senhor ateou fogo sobre o altar consumindo o holocausto. A nuvem gloriosa encheu a casa, impossibilitando os sacerdotes de ministrarem (II Cr. 7:1-3). O profeta Jeremias perambulou atônito pelas ruas despedaçadas de Jerusalém. Toda a dor do profeta e do seu Deus foi manifesta no livro das Lamentações: Como se acha solitária aquela cidade, dantes populosa! Tornou-se como viúva e etc…”

Nos capítulos 36 e 37 do profeta Ezequiel, eis uma promessa. Numa visão, o Senhor promete ao Seu povo que os levaria do exílio para Jerusalém e que não seriam mais tirados da sua terra natal. Poria dentro deles o Seu Espírito e lhes daria um coração de carne. O Senhor literalmente haveria de ressuscitar o Seu povo. Deus mostra ao profeta um vale de ossos sequíssimos e recebe ordem para profetizar aos ossos secos. Em seguida o caos vai tomando forma. O resultado foi um vale cheio de mortos, porém o espírito entrou neles e se puseram em pé um grande exército, grande em extremo.

No capítulo 43, Deus se revela mais uma vez ao profeta da glória de Deus Ezequiel, mostrando-lhe mais uma vez a Sua glória. E eis que a glória do Deus de Israel vinha do oriente; e a Sua voz era como a voz de muitas águas, e a terra resplandeceu por causa da Sua glória. E o aspecto da visão que vi era como o da visão que eu tinha visto quando vim destruir a cidade; e eram as visões como a que vi junto ao rio Quebar; e caí sobre o meu rosto. E a glória do Senhor entrou no templo pelo caminho da porta, cuja face está para o lado do oriente. E levantou-me o Espírito e me levou ao átrio interior; e eis que a glória do Senhor encheu o templo. O Senhor haveria de restaurar a glória do templo (Ez. 44:1,2 ; Ag. 2:9).

Passados os séculos, num determinado dia; como se olhássemos o invisível através do véu histórico com olhos de profeta, vamos estar no templo em Jerusalém. Os anjos de Deus se comovem e jubilam, pois naquele dia haveria de entrar no templo, o Rei dos reis, Senhor dos senhores o Desejado das nações. A casa se enche de glória. Os anjos dizem com júbilo: Kadosh! Kadosh! Kadosh! Adonai Tsevaôt! (Santo! Santo! Santo! É o Senhor dos Exércitos!) A glória do templo chegou! Maria introduz ao templo uma criança recém-nascida. Era a glória do Deus de Israel. A maior teofania da história. Glória a Deus!

Após quatrocentos anos de silêncio surge uma nova aurora para toda a humanidade. Deus transpõe um enorme precipício que havia distanciado toda a raça humana da sua presença, Jesus, que sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz. (Fl. 2:6-8).

A palavra grega utilizada para descrever Cristo“se esvaziando é Kenosis. Jesus abriu mão das prerrogativas divinas, passando por um grande processo de humilhação. Deus tornou-se vulnerável. Os homens poderiam tocá-lo, qualquer um poderia conversar diretamente com o Filho de Deus e permanecer vivo e até mesmo discutir com Ele. Era um Deus que poderia ser ouvido e visto. Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o fez conhece. (João 1:18). Quem me vê a mim, vê ao Pai. Deus poderia agora falar com toda e qualquer pessoa, sem causar tremor e assombro (Hb. 12:21). Tomou a forma humana: O Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade (João 1:14). Adquiriu CPF e um endereço. Foi uma descensão gloriosa! Um mistério tremendo!

Após o cumprimento do Seu ministério terreno, Jesus ascendeu ao céu, transferindo para a Igreja a Sua honra. Assim como Jesus habitou aqui na terra em um corpo humano, agora o Senhor viveria uma vida mística em um corpo tomado de toda a humanidade a Sua Igreja. A Igreja é o templo de Deus (I Pe. 2:5,6); a noiva celestial de Cristo (Ef. 5:25-27).

No dia de Pentecostes a Igreja foi consagrada pela unção do Espírito. Neste evento foi revivida a Shekinah (a glória manifesta no tabernáculo e no templo), cuja ausência era lamentada pelos rabinos e que há muito tempo fora vista e partira do templo, contudo manifesta em Jesus e agora na Igreja, através da descida do Espírito Santo. Foi uma mudança radical no âmbito celestial. Agora um Deus Santo e perfeito vive dentro de seres humanos imperfeitos.

Vivemos na Era do Espírito. O Espírito Santo vive na Igreja e manifesta através da mesma a multiforme sabedoria de Deus; a revelação da Sua graça; a aquisição das insondáveis riquezas e nos faz assentar em lugares celestiais. Temos a grande responsabilidade de refletirmos toda a glória de Deus ( II Co. 3:18). Se alguém quiser ver Deus, O terá de ser visto através de nós.

Estamos vivendo no tempo do desfecho da história da Igreja. Está diante de nós um grande desafio: a concretização da Obra de Deus. Os olhos de Deus pairam sobre esta nação. Ouvi uma experiência de um pastor brasileiro que haveria de ministrar uma aula sobre missões em uma Universidade americana. Ao apresentar aquele pastor aos alunos, o Reitor da Universidade relatou que estava pedindo a Deus os meios de concretizar a obra de Deus em toda a face da terra. O Senhor respondeu: O tempo dos norte-americanos findou-se, a concretização da Minha obra virá dos povos de línguas hispânicas e principalmente dos de línguas portuguesas, ouçam este homem com atenção! Paul Y. Cho; quando esteve no Brasil disse: O Brasil é um leão adormecido, quando ele acordar o mundo inteiro ouvirá o seu rugido. Deus realiza uma obra gloriosa nesta nação. Esta nação é muito pequena para conter a glória da Sua obra. Todas as nações verão o cumprimento das Escrituras Sagradas.

Um grande dia se aproxima o dia da coroação e posse do Senhor Jesus como Rei de todo o universo. O sétimo anjo tocará a sua trombeta e a Igreja será arrebatada em glória. Quem sabe que neste momento você está sendo marcado para não provar a morte! Carros e cavalos de fogo chegarão e num relâmpago você subirá para estar num lugar misterioso de glória que você não imagina.

Na ilha de Patmos, o véu das revelações foi removido para o apóstolo João. Foram-lhe mostrados mistérios profundos. Um desses mistérios foi o Dia da Coroação do Senhor Jesus. Em meio aos relâmpagos, vozes e trovões foi vista por João a arca do concerto no templo. Esta arca tem sido trazida para o meio de um povo que deseja selar um pacto com seu Deus. Mistérios profundos serão revelados nestes últimos dias da história da Igreja. O Livro dos Sete Selos será aberto e mistérios insondáveis revelados aos que estão preocupados em servir ao Senhor com fidelidade. Será uma imersão nos segredos do Altíssimo. Em meio a este mundo conturbado e mergulhado no pecado, podemos viver uma vida em santidade e desfrutar do privilégio da presença do Espírito de Deus e recebermos os mistérios da Sua graça. O Senhor está montado em seu cavalo branco à frente da Sua obra. A Igreja marchará como um exército formidável com bandeiras, formosa como a lua, brilhante como o sol”.

A Igreja é chamada pelo Senhor de morena, pois é queimada com o Sol da Justiça. Alegrai-vos, servos do Altíssimo! O Senhor virá para dar uma grande vitória a Sua Igreja. O Concerto de Deus atingirá a Igreja Geral Militante, preparando-a para o arrebatamento. O Homem que é todo de fogo nos queima nesta hora. Um fogo que não destrói, porém nos purifica e nos induz a tomarmos uma posição para melhor servi-lO. O Senhor deseja que sejamos participantes da Sua glória e natureza e quer nos transportar para dentro de si mesmo nos levando do estado comum para o extraordinário, do humano para o divino, enchendo o nosso vácuo com Sua plenitude. Por certo o Deus trino operará em nós, levando-nos a querer e a fazer todo o beneplácito da Sua vontade. Glória no passado pelos pecados perdoados. Glória no presente pelo Espírito de glória que habita em nós. Glória no porvir pelo corpo de glória que o Senhor nos dará e pelo céu que nos aguarda. Tudo em nós seja: Glória! Glória! Glória!

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Pr. Adelemir Garcia Esteves

Pastor, Jornalista, Professor de Teologia, Hebraico Bíblico e Conferencista.
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Do leite ao alimento sólido: O amadurecimento do cristão na fé

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

Quando uma pessoa chega à presença de Deus, e se propõe a obedecê-LO de forma completa, demonstra que a semente da Palavra foi enraizada em seu coração.

Não é suficiente, porém, estar junto aos irmãos de mesma fé no plano material e no plano espiritual não estarem em unidade, professando as mesmas tradições e doutrinas.

A partir do momento em que nasce o desejo de fazer a diferença busca-se enfatizar o desenvolvimento que se tem nos caminhos do Senhor, seja por meio de palavras seja por meio de obras.

Tal processo de desenvolvimento ou crescimento é notado pelos outros (os “de fora”) através dos frutos. A fortaleza interior é externada no corpo carnal e nas decisões favoráveis ao querer de Deus.

Em se tratando do amadurecimento, ele é uma realidade quando o crescimento se dá de maneira consciente e quando há a convicção de tudo o que se prega e vive.

Nesse tipo de fenômeno comportamental e mental há manifestações ajuizadas de pensamento praticamente a todo o tempo, e não se deixa margem para dúvidas acerca da conquista da “maioridade” no Evangelho. Isto é, equivale ao mesmo que galgar os degraus do nível superior no conhecimento da Verdade e da graça infalível de Deus.

Portanto, cresçamos e amadureçamos diante do Senhor. Não sejamos como meninos¹, agindo como quem desconhece que são os nutrientes fortes em vitaminas (alimentos sólidos) que hão de alimentar-nos, robustecer-nos e vivificar-nos nas veredas do Altíssimo.

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¹ “Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de sólido mantimento.” (Hb 5.12) [grifo nosso]

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Restauração não é uma denominação

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

(…) “E venham assim os Tempos do Refrigério pela presença do Senhor, e envie Ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado, o qual convém que o céu contenha até os Tempos da Restauração de Tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas desde o princípio. Amém”. Porque Moisés disse: – O Senhor, vosso Deus, levantará dentre vós, irmãos, um profeta semelhante a mim, e a Ele ouvireis em tudo quanto vos disser. E acontecerá que toda alma que não escutar esse profeta será exterminada dentre o povo.
Meu leitor, nós estamos diante de uma posição – quanto aos conhecimentos bíblicos – falando à respeito de Restauração.
Muitas pessoas, às vezes, não entendem quando nós falamos sobre Restauração e acham que nós estamos falando de um rótulo, de uma denominação. Mas nós não estamos falando de um rótulo, nós estamos falando de uma mensagem abençoada do Senhor, contida e exarada nas Escrituras Sagradas.
O que é Restauração? Restauração é o conserto de alguma coisa que está fora da posição. Restauração é você pegar uma coisa que não está funcionando 100% bem e fazer um conserto nela para que ela passe a funcionar 100% normalmente.
E quando nós estamos falando sobre Restauração nós não estamos dizendo: – É a Igreja daquele povo que usa o véu? – É a Igreja onde aquele povo pratica o Lava-pés, a Santa Ceia?
Não. Nós estamos falando de uma mensagem que está contida na minha Bíblia, na sua Bíblia, meu amado irmão. Você que é Pastor, na sua Bíblia; na do Evangelista, Diácono ou Obreiro da Igreja. E você pode analisar no Livro de Atos, capítulo 3, a partir do versículo 19; e também no capítulo 13, versículo 41. Isaías, vai observar também, o profeta falou sobre Restauração; o profeta Habacuque também falou sobre Restauração.
O que é Restauração?
Um concerto de Deus na vida do homem.
Deus sempre quis o homem numa posição totalmente separada deste mundo. – E como o homem vai viver uma vida separada deste mundo se ele está aqui no mundo?
Você vivendo uma vida regrada com a Palavra do Senhor, com obediência as Escrituras Sagradas…
Todavia, você pode até dizer: – Mas o meu pastor não disse que isso tem problema fazer, o meu pastor não disse que aquilo tem problema fazer.
Restauração não é uma invenção das Igrejas na Obra da Restauração, é uma mensagem da Bíblia para o nosso coração.
Deus nos chama para um concerto. Deus chama as suas ovelhas para realmente trilharem um caminho reto. – E como trilhar um caminho reto? Entrando pela Palavra do Senhor. Passando a observar os mandamentos de Deus.
Quando nós olhamos para aquele jovem que seguia a Jesus Cristo, que lhe pergunta: – Tens observado os mandamentos? E ele disse: – Sim, Senhor, eu observo todos os teus mandamentos desde a minha mocidade. E o Senhor vira para aquele jovem e diz: – Te falta ainda uma coisa: Vai vende tudo o que tens, reparte com os pobres e terás uma vida muito mais abençoada. E ele se entristeceu e abandonou a Jesus Cristo.
Muitas das vezes, o homem, por uma questão doutrinária, por uma questão que é pregada na Igreja para que ele viva uma posição de vida diferente do que está se fazendo aí fora, ele acha que o Pastor está corrigindo demais. Ele acha que aquele obreiro está querendo colocar sobre ele carga a qual não convém.
Mas não é uma carga. Diz o Senhor Jesus Cristo que os mandamentos do Senhor não são pesados. Os mandamentos de Deus, a Lei do Senhor não é pesada.
Ora, se quando nós pegamos a Bíblia e falamos para as pessoas que nós cremos numa Bíblia que contém sessenta e seis livros, o livro de Atos está incluído nos sessenta e seis livros, meu prezado leitor. E é preciso que você pare para analisar essas coisas.
Quando a Bíblia fala a respeito do Lava-Pés, uma cerimônia preciosa que é celebrada nas Igrejas em Obra de Restauração, ali nós pegamos o verdadeiro pão asmo, o vinho puro extraído da uva, fazemos aquele memorial perante o Senhor e ali nós completamos com o Lava-Pés… – Ah! Pastor! Mas de maneira nenhuma eu vou fazer isso, não. – Eu vou abaixar na frente do meu irmão e lavar os pés dele! – Eu de forma alguma vou fazer isso!
Jesus disse no livro de João: “- Se eu não te lavar os pés não tens parte comigo“.
Pedro estava recalcitrando: “- Não, Senhor, o Senhor lavar os meus pés? De forma alguma o Senhor vai fazer isso. E o Senhor virou e disse para ele: – Olha, Pedro, se eu não te lavar não tens parte comigo“.
Meu amado leitor, é a verdade prática da Bíblia sem distorção, sem mover nem para a direita nem para a esquerda. Nós estamos aqui falando de uma Bíblia que é realmente completa. Por isso, Deus tem pressa em realizar a sua Obra.
Não importa aonde você está, não importa a igreja da qual você faz parte como membro; o que importa é que você passe a obedecer as Escrituras Sagradas e se voltar realmente para ela.

Nós não estamos falando sobre Velho Testamento. O Velho Testamento para nós é figurativo. Mas nós estamos falando sobre Novo Testamento. Se a Bíblia contém sessenta e seis livros, o livro de Atos é um desses sessenta e seis livros.
Então, nós estamos lendo aqui: “Até os Tempos da Restauração de Tudo”. – Aonde nós encontramos o Lava-Pés? Nós encontramos o Lava-Pés escrito no Evangelho de João, capítulo treze. Está no Novo Testamento, não está no Velho Testamento. Isso é a nova aliança de Deus com a sua Igreja.
Quando nós falamos do véu para a varoa orar e profetizar nós não estamos falando lá em Gênesis. Está escrito em Gênesis, mas nós estamos falando em I Coríntios, capítulo 11.
Meu amado leitor, a verdade liberta. Jesus disse que se nós realmente crêssemos na verdade a verdade é poderosa para nos libertar.
Por isso, nós estamos vivendo o tempo da Restauração de Tudo. – Restauração de Tudo? Como? – Como um título também?
Não. Restauração de tudo como uma verdadeira prática na vida da Igreja.
E é preciso, meu amado leitor, que você se desperte porque a nossa intenção aqui não é te afrontar. Muito pelo contrário. É despertar você a ter uma prática de vida espiritual abençoada “Até os Tempos da Restauração de Tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas desde o princípio”. Portanto, quando você estiver participando da Santa Ceia na Igreja na qual você congrega – estou mandando para você um despertamento – seria importantíssimo se você estivesse ali comendo o pão asmo.Quando você completa esta Santa Ceia com o pão asmo, com o vinho extraído da uva… Não é você chegar lá no supermercado e comprar um garrafão de vinho e levar para a Igreja para entregar às ovelhas do Senhor Jesus Cristo, porque a mesa do Senhor é sem contaminação.
Pois assim acontecia com os reis do passado: os faraós comiam e bebiam das melhores bebidas. E, se você for analisar lá no livro de Gênesis, você vai observar também essa importância, quando aquele copeiro foi restituído ao cargo. Ele pegava ali, naquela revelação, aquelas uvas, as espremia e colocava aquele suco no copo e levava para entregar ao rei. Nós não estamos servindo a Faraó, mas estamos servindo a um Deus superior a Faraó milhões e milhões de vezes. Porque nós estamos servindo ao Rei dos Reis. O Rei Todo Poderoso, que tem autoridade para comandar todo o universo da terra.
Por isso, meu amado leitor, quando se falar aos seus ouvidos: “Restauração”, não tenha isso apenas como um rótulo de uma denominação, mas tenha como uma prática doutrinária da Bíblia Sagrada “até os Tempos da Restauração de Tudo, dos quais Deus falou pela boca de Todos os seus santos profetas desde o princípio”.
Porque Moisés disse: – O Senhor, vosso Deus, levantará dentre vós, irmãos, um profeta semelhante a mim, a ele ouvireis em tudo quanto vos disser, e acontecerá que toda alma que não escutar esse profeta será exterminada dentre o povo.
Prestou atenção, meu amado leitor? Toda alma que não escutar esse profeta será exterminada dentre o povo. – E quem é esse profeta nos nossos dias? É a Palavra de Deus, é a Palavra de Jesus Cristo para nós. E nós precisamos atentar para isso. Você, meu amado leitor, é convidado para atentar para a Palavra de Deus, porque é ela que conduz o homem aos céus.
Costumam dizer por aí que todo caminho dá na venda. Todo caminho pode dar na venda, como diziam os antigos, mas, para os céus… só um caminho dá nos céus. É o caminho de Jesus Cristo. E se não entrar pelo caminho de Jesus Cristo não conseguirá chegar lá.
Para chegar aos céus só através de Jesus Cristo.
Meu amado leitor, medite nesse texto, desde a introdução até o desfecho, com esta mensagem falando sobre os Tempos de Restauração. Porque Deus tem pressa em operar realmente poderosamente na vida da sua Igreja.

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A preocupação de Paulo acerca do estado da Igreja

Postado por domingo, 27 novembro, 2011

- O Apóstolo tinha motivos para estar preocupado com a Igreja?
Sim. Naquele período, surgiam grupos que torciam o Evangelho, os quais introduziam no meio do povo de Deus falsos ensinamentos, sem consistência bíblica e que eram totalmente diferentes daqueles ensinados pelos Apóstolos, desviando, desta forma, muitos dos que estavam no caminho.
A preocupação de Paulo é pertinente. Nos nossos dias essa avalanche está corroendo a Igreja, pois deturpam a Lei do Senhor. Há uma troca de valores. Ser usado pelo Evangelho é totalmente diferente de usar o Evangelho. E este último ocorre, por exemplo, quando o dinheiro se torna o vício daqueles que utilizam a Palavra do Senhor para arrecadar mais e mais.
Porém, quem está no caminho falso pode passar a ser do verdadeiro.
O desejo do apóstolo Paulo é que tenhamos o mesmo cuidado até o fim.
Nenhum homem, nos dias atuais, tem a autoridade de Deus para criar novas doutrinas ou modificar o que já está escrito. A esse respeito Paulo escreveu: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema” (Gálatas 1:8). Repare que o texto citado nos diz que “ainda que um anjo do céu”. Se o leitor desejar examinar as Escrituras com cuidado observará que no livro de Apocalipse, numa das exortações finais, o Senhor nos deixa o seguinte: “E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro” (Apocalipse 22:19).

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