Vós sois a luz do mundo!

Por domingo, 27 novembro, 2011

“Vós sois a luz do mundo.

Não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte,

nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador,

e alumia a todos os que se encontram na casa.

Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens

para que vejam as vossas boas obras

e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mt. 5.14-16)

“– Você é um deles.”

“– Não, não sou. Não compreendo o que dizes.” (Lc. 22.58,60a)

Sabemos que há inúmeras evidências de crentes que não querem ser diferentes dos outros. Eles têm vergonha de serem identificados como seguidores do Senhor Jesus.

– Quantos não estão assim no nosso meio?

O Evangelho é para os corajosos, não para aqueles que se acovardam entregando os pontos, aliando-se aos inimigos de Deus e perseguindo de diversas maneiras os seus próprios companheiros.

Deus une o seu povo pela sua santa Lei. Quem O ama guarda os seus mandamentos e não se opõe àqueles que zelam pelo cumprimento de cada um deles. Logo, podemos entender que quando o servo de Deus é fiel a Ele e alguém, se dizendo irmão, o rejeita, na verdade, já havia rejeitado bem antes as sãs doutrinas, e, principalmente, ao Autor delas: “Quem faz a um dos meus pequeninos a mim o faz” (Mt. 25.40).

Deus não gosta de brincadeira, de meninice dentro do Evangelho. – Oba-oba? Já há de sobra nos povos pagãos e isso basta. Na Igreja, nação do Senhor, a história é diferente. Ele requer decisão e disposição para servi-LO.

– Ficar em cima do muro? Ser inconstante? Uma pessoa que se supõe convicta da Verdade não pode se dar a esse capricho.

É fato que os tempos mudaram. Mas é decepcionante ver que é raro encontrar pessoas enraizadas nos conceitos dos antigos, que teem plena satisfação em vivê-los, propagá-los. Tal não deveria ser na Igreja a realidade de alguns, antes de todos.

A modernidade não possui as diretrizes para a conduta do povo de Deus. Muitos estão por aí apregoando um Testamento que é tudo menos bíblico. O Evangelho do Senhor não precisa de sofisticação, ele foi, é e será simples. Porque é na simplicidade que Deus encontra espaço para trabalhar. É quando há sentimentos genuínos movendo as ações dos servos de Deus que acontece a consonância entre as experiências vividas pelos servos de Deus do passado e os dos nossos dias.

Falar, viver a cultura bíblica, refletindo a glória do Altíssimo com a prática de todos os usos e costumes que a compõem, é uma dádiva recebida, uma graça alcançada. É um dom divino. – Tens tu este dom?

Identifiquemo-nos, pois, pelas tradições neotestamentárias, que ainda hoje norteiam a vida daqueles que estão insatisfeitos com os sistemas deste século. Esteja bastante atento a esses vãos sistemas que visam solapar o avanço espiritual da Igreja na oração, no louvor, na Palavra, na consagração, na fidelidade, no uso dos dons…

Enfim, não seja qualquer crente. Seja um crente diante de Deus e o crente para esta geração. Faça a diferença. Não negue a Jesus. Pois pode ser que não ouça o galo cantar, e outra chance não tenha para fazer veredas direitas.

-Afinal, você é um deles?

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Noemi de Farias Fuly

“Ainda que o meu pensamento não tenha valor de mercado ou não seja bem recebido no tribunal da opinião pública o que não posso é não pensar, não pensar é impensável.” (Adaptado de R. C. Sproul)

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